VIVÊNCIA SISTÊMICA:
O FEMININO E SUAS FERIDAS

Por trás da armadura,
existe uma mulher que deseja amar e ser amada.

A mulher guerreira:

conquista tudo no trabalho…
mas encontra dificuldade no amor.

É independente e eficiente… mas não se entrega emocionalmente e não vive relações afetivas profundas.

dá conta de tudo…
mas está emocionalmente exausta.

Vive em estado constante de alerta e já não consegue relaxar verdadeiramente.

vive mais na mente...
e se afastou do próprio sentir.

Racionaliza emoções e sente que se desconectou dos sentimentos, do prazer e da própria feminilidade.

Psicologia Junguiana

Constelação Familiar

Arquétipos femininos

A vivência acontece em um pequeno grupo de mulheres, em um espaço íntimo, profundo e acolhedor.

Através de movimentos terapêuticos, simbólicos e sistêmicos, cada mulher é conduzida a reencontrar partes suas que ficaram escondidas atrás da força e do controle

Exposição teorica do tema

Reflexões sobre as causas sistêmicas e psíquicas da ferida da mulher guerreira, e como esses padrões impactam o amor, a feminilidade e a forma de se relacionar.

Exercícios sistêmicos e dinâmicas simbólicas

Vivências práticas e emocionais que ajudam a acessar conteúdos além da razão, permitindo que o corpo e o emocional participem do processo de transformação, não apenas a mente.

Partilhas individuais

Um espaço íntimo de escuta e acolhimento, onde muitas mulheres percebem que não estão sozinhas nas dores que carregam silenciosamente.

Constelação coletiva

Um movimento terapêutico profundo construído a partir das questões que emergem no grupo, permitindo novos olhares, liberações emocionais e reconexões internas que frequentemente reverberam muito além do encontro.

ENCONTRO ONLINE E AO VIVO

02 de junho

Das 19h às 21h30

GRUPO PEQUENO E INTIMISTA

As vagas são limitadas para que cada mulher possa viver a experiência de forma mais profunda

INVESTIMENTO

4x de R$ 40

ou R$ 120 à vista

POUCAS VAGAS!

A gravação da parte expositiva ficará disponível por 30 dias

Meu nome é Tatiana Simas.

Sou terapeuta em Constelação Familiar e há mais de 8 anos me aprofundo nas bases da terapia sistêmica, investigando dinâmicas familiares invisíveis que impactam profundamente a vida emocional das mulheres.

Também sou Psicoterapeuta Junguiana, integrando o olhar simbólico ao trabalho sistêmico para conduzir processos ainda mais profundos de reconexão interior.

Ao longo desses anos, acompanhei centenas de mulheres em jornadas terapêuticas de transformação emocional, reconexão feminina e fortalecimento interno.

Dúvidas frequentes:

Tenho medo de mexer em coisas dolorosas.

Muitas dores permanecem ativas justamente porque nunca puderam ser olhadas com segurança.

A proposta da vivência não é forçar sofrimento, mas permitir reconhecimento, acolhimento e elaboração emocional.

Eu já faço terapia.

Essa vivência não substitui terapia.

Ela complementa o processo terapêutico através de uma experiência coletiva, simbólica e sistêmica que muitas vezes acessa camadas emocionais diferentes das trabalhadas individualmente.

Preciso conhecer Constelação Familiar ou Jung?

Não. A vivência é conduzida de forma acessível e acolhedora mesmo para quem está iniciando.

Preciso falar sobre minha vida?

Não. Cada mulher participa no seu próprio ritmo e nível de abertura emocional. Você não será obrigada a falar além do que desejar.

A vivência é conduzida em um ambiente seguro, acolhedor e respeitoso, onde cada mulher participa no seu próprio tempo.

A Constelação Familiar tem relação com mediunidade ou religião?

Não. A Constelação Familiar é um método terapêutico reconhecido internacionalmente, baseado em princípios sistêmicos e na psicologia das relações humanas.

Quando falamos em movimentos mais profundos, não existe relação com religião, mediunidade ou práticas místicas.

A proposta da vivência é olhar para padrões emocionais, relacionais e familiares que atuam de forma inconsciente — permitindo que a mulher compreenda melhor sua própria história e a forma como se posiciona na vida e nos relacionamentos.